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O papel dos probióticos como bacterioterapia na odontologia

Pesquisadores chilenos da Universidad de Concepción, interessados em descrever os benefícios dos probióticos na prevenção de enfermidades bucais, fizeram uma revisão de literatura nos principais portais de pesquisa, como o PubMed, Scielo e Web of Science. Concluiram que os probióticos são capazes de produzir antimicrobianos, competir por lugares de adesão celular, modular o sistema imunológico e degradar toxinas. A comunidade odontológica gerou estudos com enfoque em: redução da incidência de cáries, melhorar o prognóstico de periodontite e diminuição da halitose e candidíase.

No tocante à halitose, observaram que a “substituição de bactérias implicadas na halitose pela colonização  com cepas bacterianas probióticas originárias da microbiota oral de humanos sãos, ode ter uma aplicação potencial na prevenção e tratamento da halitose, ademais, pode ser uma alternativa razoável aos regimes antibacterianos químicos ou físicos.”

Consideraram ainda que “até o momento, as cepas estudadas foram: Streptococcus salivarius e Lactobacillus salivarius em forma mastigável, e Weissella sibaria em forma de enxaguante. Todos obtiveram reduções estatisticamente significativas nos níveis dos compostos sulfurados voláteis dos sujeitos”.

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